Fluxo Energético Humano

O que a ceia de Natal revela sobre a energia da sua família.

Tirando o Desenho do Papel

O Tirando o Desenho do Papel é um jogo para te ajudar a perceber o Desenho Humano na prática!! Sempre trazemos aqui histórias e explicamos como enxergamos o Desenho Humano nessas histórias. Que tal fazermos o oposto dessa vez? Agora é com você!! Vamos te contar uma história e você vai nos dizer qual a sua análise dessa história!! A ideia dessa brincadeira não é acertar ou errar. A ideia é te ajudar a perceber o Desenho Humano no seu dia a dia. Afinal, de que adianta um conhecimento se não para coloca-lo em prática, certo? Preparada(o)?? Na história de hoje, vamos conhecer a família Martins! Fim de ano, nada como passar com a família reunida, e a família Martins estava reunida em volta da mesa, repleta de pratos deliciosos e conversas cruzadas. Todos pareciam felizes por estarem juntos, mas, como em muitas famílias, as personalidades diferentes começaram a se evidenciar conforme a noite avançava. João, o primo mais velho, estava cheio de energia. Ele brincava com os sobrinhos, ajudava na cozinha, e ainda encontrava tempo para contar histórias sobre suas últimas viagens. Mas, no meio da confusão, enquanto todos ainda estavam no auge da animação todos se surpreenderam com a ausência repentina de João. Quando se deram por si, ele já não estava mais ali e havia ido dormir. Julia, a sobrinha mais nova, estava sentada em um canto, tentando ler um livro que havia levado. De vez em quando, a tia Marta passava e fazia algum comentário sobre como era “estranho” trazer um livro para uma reunião de família, que ela precisava “participar mais” e que era “falta de educação ficar isolada”. Julia apenas sorria sem jeito, claramente incomodada com tanta atenção, e foi ficando cada vez mais calada conforme a noite avançava. Enquanto isso, Helena, a tia multitarefas, não parava um segundo! Organizava os pratos, verificava se todos estavam servidos e recolhia copos vazios da sala, mesmo com várias pessoas oferecendo ajuda. Quando sugeriram que ela descansasse, ela respondeu com um sorriso nervoso: “Ah, eu dou conta.” Mas, perto do final da noite, parecia exausta, embora continuasse a se ocupar com tudo ao redor. E assim, entre pratos, risadas e algumas discussões, a reunião de fim de ano revelou muito mais sobre as energias e personalidades da família Martins do que eles imaginavam.

O caso de Lucas e Marina: Falta de Amor ou Desconexão Energética?

Tirando o Desenho do Papel

O Tirando o Desenho do Papel é um jogo para te ajudar a perceber o Desenho Humano na prática!! Sempre trazemos aqui histórias e explicamos como enxergamos o Desenho Humano nessas histórias. Que tal fazermos o oposto dessa vez? Agora é com você!! Vamos te contar uma história e você vai nos dizer qual a sua análise dessa história!! A ideia dessa brincadeira não é acertar ou errar. A ideia é te ajudar a perceber o Desenho Humano no seu dia a dia. Afinal, de que adianta um conhecimento se não para coloca-lo em prática, certo? Preparada(o)?? Na história de hoje, vamos conhecer Lucas e Marina! Lucas e Marina estão em um relacionamento há algum tempo, mas constantemente se deparavam com desafios na convivência. Lucas é mais reservado, prefere evitar discussões e prefere evitar situações sociais. Enquanto Marina adorava planejar momentos a dois e organizar encontros com os amigos. Em momentos de tensão, Lucas parecia se afastar ainda mais, tentando escapar de qualquer confronto, enquanto Marina insistia em buscar soluções conjuntas. Isso frequentemente gerava um ciclo de afastamento e frustração entre os dois, e eles acabavam se sentindo desconectados. Marina reclamava: “Você nunca quer passar tempo comigo ou com nossos amigos” Lucas respondia, já cansado da discussão que parecia nunca ter fim. “Não é isso, Marina. Eu gosto de ficar com você, mas às vezes só preciso de um tempo para mim” Marina achava que Lucas estava sendo egoísta e distante, enquanto Lucas se sentia sufocado pela necessidade constante de estar sempre disponível. Eles se amavam, mas começavam a questionar se estavam se entendendo de verdade. Num desses momentos de briga, Lucas soltou: “Eu me importo, mas eu não consigo funcionar assim. Preciso de espaço, de calma, de silêncio. Você acha que isso é pedir demais?” E Marina respondeu: “E eu preciso de presença, de afeto, de saber que posso contar com você. Você acha que isso é pedir demais?” Levando em consideração apenas esse trechinho da “briga” de Marina e Lucas, vamos tentar observar algumas características do Desenho Humano? Aaa, mas antes de continuarmos vale lembrar que essa diferença energética não significa que eles não vão dar certo! TODAS as relações tem potencial para dar certo se elas iniciaram seguindo a sua Estratégia e Autoridade! A questão das brigas constantes aqui é mais relacionada a não aceitar a verdadeira natureza do outro!!

Independência, intuição e o poder das redes.

Tirando o Desenho do Papel

O Tirando o Desenho do Papel é um jogo para te ajudar a perceber o Desenho Humano na prática!! Sempre trazemos aqui histórias e explicamos como enxergamos o Desenho Humano nessas histórias. Que tal fazermos o oposto dessa vez? Agora é com você!! Vamos te contar uma história e você vai nos dizer qual a sua análise dessa história!! A ideia dessa brincadeira não é acertar ou errar. A ideia é te ajudar a perceber o Desenho Humano no seu dia a dia. Afinal, de que adianta um conhecimento se não para coloca-lo em prática, certo? Preparada(o)?? Na história de hoje, vamos conhecer a Clara! Desde pequena, Clara sentia que tinha um jeito muito próprio de fazer as coisas. Na escola, enquanto todos pareciam seguir o mesmo caminho, ela costumava explorar suas próprias ideias e métodos, mesmo que isso significasse desagradar alguns professores que preferiam mais “disciplina”. Não era “rebeldia”, ela apenas sentia uma necessidade incontrolável de experimentar as coisas à sua maneira, sem seguir tanto o que diziam que era o “certo” ou o “esperado”. E Clara nunca estava sozinha nesses momentos de exploração. Para ela, as conexões que criava com outras pessoas eram essenciais para sua vida. Mesmo nos momentos de mudança, eram esses relacionamentos que lhe davam apoio e lhe traziam novas oportunidades. Ela se sentia mais forte quando estava cercada por pessoas em quem confiava e se guiava pelas trocas profundas que construía ao longo do caminho. Com o tempo, Clara entendeu que o que mais importava para ela não era apenas o que fazia, mas com quem compartilhava suas experiências. Hoje, como adulta, Clara percebe que ainda age assim. No trabalho, ela prefere projetos que lhe deem liberdade criativa e tem facilidade em tomar decisões rápidas. Muitas vezes, as melhores decisões surgem num instante, como se tivesse uma vozinha dizendo para ela fazer aquilo ou não. Ela não sabe explicar exatamente de onde vem essa “voz”, mas aprendeu a confiar nesse impulso espontâneo que surge sem aviso.

O que a frustração e o erro repetitivo têm a nos ensinar 

Tirando o Desenho do Papel

O Tirando o Desenho do Papel é um jogo para te ajudar a perceber o Desenho Humano na prática!! Sempre trazemos aqui histórias e explicamos como enxergamos o Desenho Humano nessas histórias. Que tal fazermos o oposto dessa vez? Agora é com você!! Vamos te contar uma história e você vai nos dizer qual a sua análise dessa história!! A ideia dessa brincadeira não é acertar ou errar. A ideia é te ajudar a perceber o Desenho Humano no seu dia a dia. Afinal, de que adianta um conhecimento se não para coloca-lo em prática, certo? Preparada(o)?? Na história de hoje, vamos conhecer Maria! Maria sempre foi aquela pessoa que, por mais que tivesse várias opções na vida, nunca se sentia 100% à vontade com nenhuma delas. Ela se via tentando várias coisas diferentes. Estava sempre em busca de algo, testando, errando e esse ciclo se repetia vááárias vezes!! Atualmente Maria está em um emprego que não gosta, com pessoas que não se conectam com a sua verdade, isso a deixa muito frustrada e desmotivada. Sabe quando você não tem nem vontade de sair de casa porque falta motivação? Toda vez que alguém a chamava para sair, ela ficava na dúvida, indecisa sobre se queria ou não ir. Parecia que sua mente nunca parava de girar com essas questões, mas uma voz interna sempre a dizia para dar um passo atrás e esperar. A verdade é que Maria sentia que ela precisava experimentar as situações por conta própria, viver na prática e aprender com o que fosse acontecendo, mesmo que isso envolvesse um pouco de “erro”. Mas, a cada erro, ela ficava mais clara sobre o que realmente queria e o que não queria.